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Como propiciar aos filhos uma melhor educação nos EUA

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Introdução

Como propiciar aos filhos uma melhor educação nos EUA

Quando se fala em educação, os EUA são uma referência, principalmente porque concentram um grande número das mais renomadas universidades do mundo – e que, definitivamente, abrem portas no mercado de trabalho em praticamente qualquer país. Por isso, se você busca proporcionar uma melhor educação para seus filhos, vale a pena considerar o ensino superior nos Estados Unidos.

Para isso, conheça e entenda o processo de aplicação para as universidades americanas, que tem algumas critérios diferentes das brasileiras. E entender as diferenças de ser um aluno internacional ou residente permanente no país.

As melhores se dos EUA

 Os Estados Unidos ainda são referência no ensino superior para muitas áreas. Na maioria das avaliações, o país tem pelo menos 8 posições entre as 10 melhores universidades do mundo, e forte presença entre as 50 mais bem colocadas.

Quanto às melhores instituições, isso pode variar um pouco de cada ano e de acordo com os critérios de cada pesquisa. A revista Forbes divulgou recentemente uma lista das 10 melhores universidades do país – algumas delas bastante famosas, outras menos conhecidas dos brasileiros. São elas: Stanford University (Palo Alto, Califórnia), Williams College (Williamstown, Massachusetts), Princeton University (Princeton, Nova Jersey), Harvard University (Cambridge, Massachusetts), Massachusetts Institute of Technology – MIT (Cambridge, Massachusetts), Yale University (New Haven, Connecticut), Pomona College (Claremont, Califórnia), Brown University (Rhode Island), Wesleyan University (Middletown, Connecticut) e Swarthmore College (Filadélfia, Pensilvânia).

Já o ranking Times Higher Education 2015 aponta algumas instituições diferentes desses nos primeiros lugares, entre elas o California Institute of Technology, que ocupa o primeiro lugar; Universidade de Chicago, Universidade Johns Hopkins e Universidade de Berkeley.

Leia mais sobre as universidades dos EUA.

Diferença entre alunos internacionais e residentes permanentes

 Exatamente pela qualidade e por serem muito visadas, a admissão nas universidades americanas pode ser extremamente concorrida para estudantes internacionais, especialmente entre os melhores dos rankings.

A maioria das universidades está aberta a estudantes estrangeiros. Mas há uma diferença em particular que afeta estudantes de outros países: o valor da mensalidade (anuidade paga às universidades), que é bem mais alto para alunos de outras regiões.

Basicamente, há dois tipos de taxas: estudantes estaduais , para alunos que residem no mesmo estado da universidade; e estudantes de fora do estado , para estudantes vindos de outro estado. Os estudantes estrangeiros são considerados fora do estado, exceto em casos específicos, como aqueles em que a família tem o Green-card.

O problema é que a diferença entre um táxon e outro pode ser um valor bastante significativo. Um levantamento feito no ano passado mostrou que a diferença de custo entre uma mensalidade dentro e fora do estado é, em média, US$ 8.990,00. Mas essa diferença pode variar de acordo com a instituição. Nessa pesquisa, a menor delas foi de US$ 4.791,00 na Coppin State University, em Maryland, enquanto na University of Virginia, a variação chegou a US$ 26.012! Os valores aumentam ainda mais se considerarmos despesas de moradia, taxas extras e livros acadêmicos.

Essa diferença acontece porque as universidades entendem que os estudantes do mesmo estado já pagam seus impostos e impostos, assim, já importantes com a instituição. Nesse sentido, é possível que um aluno se qualifique como in-state em um estado diferente do seu original, mas as regras são diferentes em cada região. Em geral, significa provar que a mudança é definitiva. No caso de estrangeiros, isso só é possível com o Green-card.

A solução mais rápida e confiável de obter o Green-card para toda a família é o programa EB-5, que concede o visto para aplicantes e familiares. Investir no Green-card é investir na educação de seus filhos, e até nas oportunidades de empregos nos EUA no futuro. O visto de estudante permite a permanência temporária no país após os estudos, mas é cada vez mais limitada a possibilidade de renovação do visto após o período.

Entenda como funciona o visto EB-5

O processo de aplicação nas universidades americanas

 

Os processos seletivos de universidades americanas têm mais etapas do que as universidades brasileiras, e desativam a preparação do aluno desde o ensino médio. Isso porque critérios como notas e atividades extracurriculares são muito valorizados – uma preparação diferente ocorrida entre os brasileiros. Por isso, há uma necessidade de se planejar.

O processo de aplicação nos EUA pode variar de instituição para instituição, mas, de maneira geral, as etapas são as seguintes:

– Preenchimento da ficha de inscrição: são questionários online que pedem dados cadastrais, informações sobre o desempenho no colégio (como notas e ranking) e lista de atividades extracurriculares. Embora a maioria das faculdades e universidades use o Common Ap para inscrições, algumas podem usar um sistema próprio, como é o caso do MIT.

– Teste de conhecimentos : nos EUA há uma é uma avaliação padronizada de conhecimentos dos alunos, semelhante ao ENEM do Brasil. O mais comum é o SAT (Scholastic Assesment Test, ou Teste de Aptidão Escolar).

– Teste de proficiência em inglês : esse é um requisito específico para estrangeiros que não tenham o inglês como língua nativa. Os testes mais aceitos nos EUA são o TOEFL e o IELTS.

Redação (ensaio): é nesse texto que o estudante vai se apresentar, contando toda a sua trajetória pessoal, em inglês. Os ensaios são considerados uma das partes mais importantes do processo de seleção de novos alunos, porque falam de características além das notas.

– Histórico escolar : as universidades compartilham o histórico de notas do ensino médio como parte do processo, para que possam avaliar o esforço e o desempenho dos alunos. Quando há um ranking, uma boa posição pode ser um diferencial.

– Carta de recomendação : o ideal é ter uma carta de recomendação de professores ou outras pessoas que conheçam bem o aluno e que possam comprovar seus. Essa opinião pode ajudar o estudante a se destacar para os recrutadores.

– Entrevista : os candidatos a alunos passam por uma entrevista, em geral com um representante da universidade e um ex-aluno, para avaliar se ele se adequa à cultura da instituição. A entrevista é feita em inglês, então o domínio da língua falada é importante até mesmo para evitar o nervosismo.

Como a preparação para entrar em uma universidade nos EUA é bastante diferente para quem estuda no Brasil, muitos candidatos acabam saindo do lado das universidades mais famosas. Assim, para propiciar uma melhor educação aos seus filhos, quanto mais cedo começar a preparação para essa etapa, maiores as chances de ser aceito em uma ótima instituição.

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