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Por que as universidades nos EUA são as melhores do mundo?

Já é um fato consumado que as universidades nos EUA são as melhores do mundo – entre as 20 melhores do mundo, 17 são dos EUA. Há, entretanto, uma variedade de fatores que contribuem para o status dessas universidades que não estão ligadas exclusivamente ao ensino (melhores professores e alunos do mundo). Para entendermos o porquê desse fato, precisamos analisar o cenário proposto de forma mais ampla, pensando nos Estados Unidos como o país mais poderoso do Sistema Internacional, ocupando uma posição hegemônica.

Para manter seu próprio status quo, os Estados Unidos são os líderes de produção tecnológica, o que os possibilita serem líderes em outras áreas também, como por exemplo a militar. Desde o século passado a ciência vêm se tornando o novo campo de batalha do mundo, e o detentor do maior PIB mundial está entre os países que mais gastam dinheiro em educação, como apontado no gráfico da OCDE abaixo.

Gastos dos EUA com educação

Os rankings universitários refletem uma pontuação ponderada do desempenho da universidade em certas áreas como Infra-estrutura, número de artigos publicados (e referências), ingresso de alunos (número de candidatos e taxa de aceitação), qualidade do corpo docente (presença de Laureados do Prémio Nobel etc.), quantidade de recursos investidos em pesquisa, diversidade em departamentos de pesquisa (ciências humanas / engenharia / ciências / art etc.), quantidade de estudantes internacionais, etc.

Todas essas coisas, por sua vez, refletem o investimento e incentivo feito pelo governo e por instituições privadas no ensino do país. É importantíssimo lembrar também que, para ter um bom nível de ensino superior, é preciso investir em educação primária e secundária, preparando os jovens para o mercado de trabalho.

Outro diferencial que destaca os Estados Unidos no quesito educação é o próprio sistema educacional das universidades, que ao contrário da maioria dos outros países do mundo, não é específico desde os primeiros anos. Os primeiros anos de faculdade nos Estados Unidos são de ensino universal, proporcionando aos alunos um conhecimento mais amplo e os preparando para diversas situações, ou seja, um arquiteto teria também mais condições de ser um “business man” e entender de empreendedorismo ou de outras áreas, como história e geografia, por exemplo. Após esses primeiros anos o aluno vai escolhendo matérias eletivas e focando seu curso em uma disciplina (ou duas, algumas vezes).

Essa diferença é muito boa para preparar melhor os estudantes para o mercado de trabalho e situações adversas que requeiram conhecimentos alternativos, que não a formação do indivíduo.

De fato, os Estados Unidos investem para ser e continuar sendo uma super potência global. Se você deseja que seu filho tenha acesso às melhores universidades do mundo e também entrar no mercado de trabalho norte-americano após sua graduação sem a necessidade de procurar um patrocinador para seu visto, o EB-5 pode ser uma ótima solução.

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