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Brasileiros no exterior – a indústria da imigração no Brasil

A recente crise econômica e política do Brasil, somadas à violência nas grandes cidades, têm formado um novo perfil de imigrantes brasileiros no exterior: aqueles que deixam o país não para ganhar mais dinheiro, mas em nome de mais qualidade de vida e segurança como imigrantes em outro país.

Esse fenômeno se intensificou recentemente. De 2014 para cá, as declarações de saída definitiva do Brasil aumentaram em 40%, segundo a Receita Federal. Exatamente após a reeleição de Dilma Rousseff para a presidência, em 2014, e a posterior intensificação da crise econômica do país, que parecem ser os maiores fatores de influência desse novo imigrante.

Ainda é cedo para saber o quanto o impeachment e a posse de Michel Temer vão influenciar as decisões sobre deixar o país definitivamente. Mas uma coisa é certa: o novo perfil de imigrante brasileiro, o de alta renda, já é visível em alguns lugares, como o estado da Flórida, nos Estados Unidos – sem nenhum plano de voltar ao Brasil.

Quem são os Brasileiros no Exterior?

Nos anos 80 e 90, houve um intenso processo de emigração de brasileiros para EUA e Europa. Nessa época, o perfil eram pessoas que buscavam melhores condições financeiras, mesmo que, para isso, exercessem trabalhos com pouca ou nenhuma exigência de qualificação profissional – como faxineiros, garçons e trabalhadores braçais. Muitas vezes, os imigrantes permaneciam ilegais nesses países.

Hoje, esse tipo de imigrante ainda existe, mas divide os dados com um perfil bastante diferente: pessoas que pertenciam ao topo da pirâmide social no Brasil, moravam nos considerados melhores bairros e tinham vários empregados em casa.

O novo imigrante tem alta escolaridade e experiência profissional, e a perspectiva financeira não é um fator decisório para morar em outro país.

Ao contrário, uma pesquisa recente realizada no Reino Unido mostra que o novo imigrante é qualificado, vem de classes altas e quer uma “experiência de vida”. Além disso, esse imigrante está tão enraizado na cultura local que não tem planos de retornar. Em Portugal, a situação é parecida. As principais motivações nesse caso para escolher esse país como residência são bem-estar social, reconhecimento e qualificação profissional.

Já nos Estados Unidos, o novo imigrante leva a família, e seu maior objetivo é proporcionar melhor qualidade de vida e segurança para a família. Mesmo que isso signifique abrir mão de empregados em casa.

Estas pessoas são aquelas com maior poder adquisitivo e vão motivadas por programas que facilitam o recebimento do Green Card através de aportes em negócios que gerem empregos nos EUA. Em contrapartida, usufruem toda a estrutura e oportunidades do país, vivendo legalmente.

Como viver legalmente em outro país

 

Um dos principais desafios para quem opta por viver em outro país é a obtenção do visto de residência. Isso é especialmente verdade em países desenvolvidos, muito procurados por quem quer começar a vida de imigrante.

Vistos de trabalho e de estudo são os mais buscados. Porém, enquanto os de estudante, fáceis de adquirir, têm limitações de tempo de permanência e em relação a trabalho; os vistos de trabalho, na maioria dos países, são muito difíceis de conseguir.

Na Europa, a dupla cidadania ajuda no caso de alguns imigrantes brasileiros. Já nos Estados Unidos, há a opção do programa EB-5. Este tipo de visto é ideal porque proporciona o Green Card imediato para o aplicante e toda a família (cônjuge e filhos solteiros menores de 21 anos), com liberdade de trabalhar em qualquer área.

Esse visto tem boa procura, principalmente por causa das dificuldades de se obter vistos de trabalho, além de não ter tantas limitações quanto outros tipos de visto. Leia mais!

Como funciona o Visto EB-5

Para obter o EB-5, é necessário entrar com um processo de requisição e fazer um aporte em um negócio nos EUA. O aporte pode ser direto, com um valor maior (dependendo da região do negócio) e a exigência de participação na gestão da empresa; ou indireto, via Centros Regionais.

No segundo caso, o valor aportado é menor, e a gestão do negócio é feita por especialistas, deixando o beneficiário do visto livre para morar em qualquer parte do país que prefira e trabalhar na carreira que escolheu, sem se preocupar com a gestão e o alcance das exigências requeridas pela lei do Programa.

Existem diversos tipos de negócios que atendem os pré-requisitos do EB-5, em especial a exigência de gerar empregos locais. No entanto, como o aporte é feito sob risco (sem garantias), a melhor forma de mitigar o risco do aporte é escolhendo um negócio com boas perspectivas de crescimento, e um centro regional que proporcione uma equipe qualificada na área.

É por isso que a LCR trabalha com projetos EB-5 que atendem a todos os requisitos do visto, a LCR oferece uma equipe de parceiros especializada, capaz de elaborar um plano de negócios consistente e com as melhores perspectivas de gestão.

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