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Como sair do Brasil? Entenda o processo de imigração e planeje-se!

Para quem pensa em sair do Brasil e viver tranquilamente em outro país, seja em busca de segurança, qualidade de vida, estabilidade econômica ou melhores possibilidades de carreira, vêm as dúvidas:

  1. Por onde começar?
  2. Como funciona o processo de imigração para os EUA, Canadá ou um país da Europa?

Esse pequeno roteiro vai ajudar a entender por onde começar a decidir sobre mudar para outro país.

Qual o melhor país para mim?

Se você quer sair do Brasil, a primeira decisão é qual o melhor país para os seus objetivos.

Quero viver no  Canadá:

O Canadá é conhecido por oferecer muitas oportunidades profissionais para imigrantes em funções específicas. Também possibilita alta qualidade de vida. As baixíssimas temperaturas acabam desanimando brasileiros, assim como o perfil mais frio da população local, que dificulta a adaptação cultural.

Quero viver na Europa:

Na Europa não faltam países atraentes para brasileiros, principalmente pela qualidade de vida e ambiente cultural. O fato de muitos brasileiros terem cidadania europeia também facilita o processo de imigração – já que o visto é um dos pontos mais delicados.

Quanto a oportunidades profissionais, elas variam de país para país.

Enquanto alguns têm a economia forte – como a Alemanha e Dinamarca – outros têm quase tanta instabilidade quanto o Brasil, como acontece com Portugal ou Itália.

É imprescindível pesquisar muito para entender quais países europeus estão oferecendo oportunidades de emprego para imigrantes.

Quero viver nos Estados Unidos:

Os Estados Unidos são um dos destinos favoritos dos brasileiros por oferecer tanto qualidade de vida quanto excelentes oportunidades de carreira,- além de concentrar muitas das melhores universidades do mundo. Outra vantagem é a variedade de estilos, que vão desde cidades mais tropicais, como Miami; cosmopolitas, como Nova York; ou pacatas, como Portland.

Leia mais sobre as cidades dos EUA.

Uma das principais barreiras para se morar nos Estados Unidos, no entanto, é a dificuldade para se obter o visto de residência. Nesse aspecto, o visto de investidor tem se tornado uma opção bastante atraente, por simplificar o processo de imigração para os EUA.

Os vistos de imigração

Cada país tem leis e regras específicas sobre vistos de imigração – um dos principais desafios de quem busca a imigração.

Os tipos de visto mais comuns são os de turista, estudante, trabalho e investidor, com algumas variações em cada tipo.

Os vistos de turista não são vistos para imigração porque limitam tanto o tempo de permanência quanto a possibilidade de se trabalhar no país. E, na maioria dos casos, é difícil converter este tipo de visto em um de residência.

Entre os processos de visto de imigração, os de mais fácil obtenção são os vistos de estudante ou intercambista. Eles são necessariamente vinculados a algum curso, como de idioma ou cursos universitários. Mas, quando permitem trabalhar no país, é sob condições limitadas.

Enquanto cursos de idioma só permitem trabalhar meio período (na maioria dos países), vistos para cursos de pós-graduação possibilitam trabalhar temporariamente no país, mas podem exigir o retorno ao país de origem após esse período.

Veja as diferenças entre o visto de estudante F-1 e o visto EB-5.

Os vistos de trabalho são os mais visados, mas também são os mais difíceis de se conseguir.

As variações são grandes entre os países, mas a regra geral é que não se tire empregos de pessoas locais. Por isso, muitos países exigem que o candidato a empregador prove que não é possível conseguir profissional com qualificações semelhantes no país.

Essa situação é comum em países da Europa. Já nos Estados Unidos, o visto de trabalho só pode ser solicitado uma vez por ano, em um processo com número limitado de concessões anuais.

Entenda mais sobre o visto de trabalho.

Já os vistos de investidor têm se tornado uma opção bastante atraente para pessoas que querem residir permanentemente com suas famílias no exterior. Basicamente, alguns países concedem o visto de residência a pessoas que invistam em negócios locais. O intuito é atrair imigrantes de alta renda, criando empregos e desenvolvendo a economia no país. Desses, o melhor exemplo é o Programa EB-5 dos EUA, que concede o Green Card aos aplicantes e seus familiares diretos, sem a exigência de participação na gestão do negócio.

Saiba mais sobre os vistos como o EB-5 nos Estados Unidos.

Como tirar um visto para residir em outro país?

Tirar um visto de imigrante para qualquer país pode ser um processo complicado.

A boa notícia é que é possível contar com ajuda especializada para encaminhar o processo de imigração para os EUA ou outros países, evitando problemas desnecessários.

Para os vistos de estudante, as próprias instituições de ensino e as agências de intercâmbio oferecem o suporte necessário.

Já os vistos de trabalho devem sempre ser solicitados por uma empresa patrocinadora (sponsor), que deve também arcar com as despesas de todo o processo.

Dependendo do tipo de visto, você pode ou não ter a sua residência no país vinculada apenas àquela empresa, sem possibilidade de mudar de emprego. De qualquer forma, nesse tipo de processo, o ideal é contar com a ajuda de advogados que entendam sobre o assunto.

Já para o visto EB-5, o primeiro passo é buscar uma orientação especializada, ainda mais necessária. No caso do visto EB-5, que é o programa dos Estados Unidos, há duas possibilidades: fazer um aporte direto, que exige a sua participação na gestão do negócio; ou fazer esse aporte através de um Centro Regional, deixando essa gestão na mão de profissionais experientes.

Leia mais sobre as diferenças dos dois tipos de aportes para o EB-5.

A LCR é um desses Centros Regionais, com todas as certificações necessárias para conduzir o processo de imigração para os EUA, aumentando significativamente as suas chances de aprovação e obtenção do Green Card.

Com a parceria de escritórios de imigração e consultores financeiros experientes, é capaz de ajudar não apenas com o suporte ao processo de documentação e solicitação de visto em si, mas também com as decisões em relação ao negócio que receberá o aporte.

Essa parte é fundamentalmente importante:

  1. Porque esse negócio deve comprovar que pode cumprir exigências do governo americano, como por exemplo, geração de empregos locais.
  2. Porque a lei dos EUA exige que o seu aporte seja feito “sob risco” para dar direito ao Green Card, e contar com uma equipe experiente de consultores financeiros para desenvolver e analisar o plano de negócios é a melhor maneira de mitigar esses riscos.

Saiba mais sobre o processo de imigração com o EB-5 com a LCR!

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