Como aplicar para High School nos EUA e garantir o melhor para seus filhos?

O ano vai chegando ao fim e, com ele, o final do ano letivo. Enquanto muitos estudantes de ensino médio estão sonhando com as férias, outros têm um projeto diferente: o intercâmbio. É comum que os pais desses estudantes tenham muitas questões sobre como aplicar para a high school nos EUA, buscando a certeza de que estão fazendo o melhor para o futuro de seus filhos. Por isso, preparamos algumas orientações.

Uma coisa é certa: estudar em um país como os Estados Unidos é uma experiência bastante enriquecedora para os jovens, com muitas possibilidades no contato com outra cultura. Além de poder fazer toda a diferença para o futuro profissional.

É nisso o que o radiologista e empresário Flávio Lanes estava pensando quando enviou a sua filha de 15 anos para a high school em Nova Iorque. Por valorizar a educação dos filhos acima de tudo, ele buscou o máximo de informações para garantir o melhor para a filha. E seu filho mais novo deve seguir o mesmo caminho.

Quem pode aplicar para high school nos EUA?

Por ser equivalente ao ensino médio brasileiro, a maioria dos programas de intercâmbio de high schoolé voltada para jovens de 15 a 18 anos. Porém, em alguns casos, podem ser aceitos candidatos de 14 ou 19 anos.

Dependendo da escola ou programa, podem haver outros pré-requisitos, como a exigência de boas notas na escola brasileira e estar sem reprovação por pelo menos 3 anos, ter as vacinas em dia e comprovação do nível de inglês intermediário ou nota em um teste do idioma (como o TOEFL ou IELTS).

Como funciona a high school nos Estados Unidos?

high school nos eua para brasileirosA grade curricular de uma high school nos EUA tende a ser diferente da brasileira. Primeiro, porque tem uma estrutura de disciplinas mais completa, com atividades esportivas, artísticas, sociais e científicas. É possível também estudar matérias como antropologia, direito constitucional e astronomia, por exemplo.

Segundo, porque o sistema de ensino é mais flexível, permitindo ao aluno escolher o que prefere estudar, focando naquelas disciplinas em que tem mais interesse.

Mas se o objetivo de fazer a high school nos EUA for facilitar o caminho para uma universidade americana, o ideal é prestar atenção se a instituição desejada tem exigência de disciplinas específicas. Isso vai ajudar no processo de inscrição no futuro.

Qual o período do estudo?

A maioria dos programas de intercâmbios para high school dura pelo menos um semestre ou um ano letivo.

O calendário de aulas é um pouco diferente do Brasil: o primeiro semestre começa entre agosto e setembro, terminando em dezembro ou janeiro; enquanto o segundo semestre, em geral, vai de janeiro a junho.

Como aplicar para a high school nos EUA?

O caminho mais fácil para aplicar para uma high school nos EUA é buscar uma agência de intercâmbio, que vai orientar sobre todo o processo. Uma opção é entrar em contato com a própria escola e perguntar sobre os requisitos e processo de aplicação de alunos estrangeiros.

Entre as possíveis exigências, estão a tradução dos documentos escolares para o inglês e comprovação do nível do idioma.

A inscrição deve ser feita antes de entrar com a solicitação do visto. Isso porque o visto deve estar atrelado ao curso, e vai depender da comprovação de matrícula e do formulário I-20, emitido pela própria escola.

Os tipos de visto de estudante

Uma vez feita a matrícula, já pode entrar com o processo do visto. Existem 3 tipos de visto de estudante para os EUA: o F-1, que é o mais comum para alunos de tempo integral; o M-1, para alunos de escolas técnicas; e o J-1, que é o visto de intercambista (Exchange visitor).

O tipo adequado depende do programa em que o aluno está matriculado.

Pensando no futuro

O sistema educacional dos EUA é considerado um dos melhores do mundo e estudar no país é uma excelente maneira de contribuir para a educação e estimular o futuro dos seus filhos.

Flavio Lanes pensou nisso quando aportou na educação de sua filha em uma high school nos Estados Unidos, mas foi além: ele quer garantir que ela possa optar por seguir no ensino superior e até em sua carreira no país. O desafio, no entanto, é outro: mesmo depois de passar 10 anos estudando no país, ao se formar, ela teria as mesmas dificuldades de qualquer estrangeiro para obter um visto de trabalho.

Para evitar que a filha passe por todo esse processo e tenha de fato a opção de aproveitar oportunidades de trabalho no país, ele buscou informações e optou pelo visto EB-5, que possibilita viver permanentemente no país, sem a obrigação de cuidar da operação do negócio. Exatamente o tipo de flexibilidade que ele precisava para garantir essa opção aos seus filhos. “Quando meus filhos vierem a tomar essa decisão [sobre seguir carreira nos EUA ou retornar ao Brasil], essa questão imigratória já esteja resolvida, e eles vão poder decidir o que é melhor para eles”.

Leia mais sobre o visto EB-5.

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